
Com a (in)esperada candidatura de Pedro Santana Lopes à presidência da bancada parlamentar do PSD, Luís Filipe Menezes enfrenta a sua primeira prova de fogo: a de convencer aos deputados sociais-democratas que a ruptura com o passado que se avizinha vale para todos, menos para aquele que deu ao Partido Socialista de José Sócrates a sua primeira maioria absoluta.
Ora, num momento raro de futurologia, arrisco dizer que será a partir desta primeira jogada de bastidores que o sucesso ou insucesso de Luís Filipe Menezes poderá ser desde já construído. Mas primeiro é necessário desconstruir estas realidades – e a que surge em primeiro lugar é o simples facto de que o PSD já não é o que era. Ler mais…