A bomba raspou-me o braço durante uma discussão acesa com uma amiga de debates e intimices político-sociais. “É como o suicídio do André Gorz. Não imagino nada mais bonito…”
A discussão, por acaso, não rasava sequer o tema ‘Amor’. Falávamos há horas do jornalismo literário de Lawrence Wright e do peso da religião e da política num mundo moderno, de certa forma, bipolar: Ocidente vs. Islão, Terrorismo Árabe vs. Suspensão Ocidental. Falávamos da base esquizofrénica das religiões e da necessidade primordial da existência das religiões. Passámos inevitavelmente para a Companhia Vs. Solidão, tema recorrente de debate entre descrentes relacionais e apaixonados românticos. E então ela sai-se com esta: “É como o suicídio do André Gorz. Não imagino nada mais bonito…” Ler mais…




