
“Vai ali pela estrada, segue segue… Sempre em frente. Sempre, sempre. Quando chegar à rotunda, tem uma concessionária de automóveis. Ai, pergunte de novo”, explicava um limiano com a típica pronúncia nortenha. O autocarro, que vinha de Braga, deixou os seus passageiros no meio de uma zona habitacional. Com pouco mais do que uma estrada perto. Uma estrada, sem passeios, tão típica do interior português, ligava a paragem do autocarro à vila. A Ponte de Lima. A aventura começava. Ler mais…




