Refuta as opiniões de que as novelas são estupidificantes e diz que a ficção nacional evoluiu a todos os níveis. Sobre a sua escrita, Rui Vilhena revela ser obcecado pela técnica da escrita, que acompanha, atentamente, em tudo o que é feito fora de Portugal.

Rui Vilhena, argumentista português
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Já se escreveu que tem um ego gigante e mau feitio, mas ninguém duvida do seu génio. Acredita que as marcas são seres vivos e depois do afastamento da empresa que fundou, a Brandia, diz que está pronto para continuar a sonhar em grande. É o homem por detrás de marcas como a RTP, a Yorn, a Galp energia ou a TAP. Quem não se lembra da miúda do gás? Entrevista a Carlos Coelho, senhor das marcas. Ler entrevista…

Para quem não conhece música jamaicana teriam de se definir como reggae. Mas são uma banda de ska. São oito artistas, que tocam diferentes instrumentos e têm diferentes vidas. Apenas dois estudam música, outros estão a licenciar-se em diferentes áreas, desde economia às artes plásticas. Querem inovar a música jamaicana dos anos 60 juntando-lhe uma sonoridade portuguesa. Fado, cantares do Minho. Porque não? Quase a fazer 5 anos, os Contratempos são uma banda da lógica Do It Yourself.
No estúdio de ensaio improvisado de uma vivenda em Oeiras, falaram de si e da sua música: um ambiente jamaicano, em Português. Ler entrevista…
Chiado. Sempre a descer na Calçada do Ferragial, já quase a chegar ao Cais do Sodré, paro e oriento o olhar. Num casarão de três andares, cor de amarelo e rústico, entro. Lá dentro pombas pretas voam em paredes propositadamente inacabadas. É o detalhe e o requinte que marcam o espaço; luzes baixas, um chão negro e vestidos vistosos despertam a marca dos Storytailors. Dois fazedores de histórias de trapos apresentam o seu espaço ao mundo. João Branco e Luís Sanchez trazem raízes edílicas e fantásticas ao novo design de moda. Com dois beijinhos cumprimento Luís Sanchez.
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A sala está vazia mas o palco está cheio. Nas colunas espalhadas pelo pavilhão ecoam gargalhadas e sorrisos murmurados. Em cena está uma dupla, melhor, um par de amigos a conversar. Conversam mas podiam estar calados porque a cumplicidade que os une quebra a barreira do som. Nos ensaios de mais um espectáculo de Mafalda Veiga e João Pedro Pais canta-se em sintonia, canta-se Lado a Lado. Ler entrevista…

Nuno Frederico, conheces? Não, mas ris-te de certeza se leres Nuno Markl. De lupa em riste, escreve às gargalhadas as miudezas corriqueiras do mundo à sua volta. É humorista, escritor, locutor de rádio, argumentista e rabiscador. Homem de sete ofícios, o Nuno disfarça a timidez com muita simpatia. Apetece dizer: «Olá, jeitoso!» Ler entrevista…
Aos 18 anos, não tinha um rumo, tinha dois: seria engenheiro ou médico. Decidiu-se pela medicina e fê-lo bem. Acabou o curso de Medicina com a brilhante média de 19,4 e, aos 74 anos, é o Dr. do coração de todos os portugueses. Para trás ficaram 50 anos a ensinar Portugal a tomar conta do seu coração.
No espaço que os livros não preenchem, esperamo-lo no seu gabinete na Fundação Professor Fernando Pádua. Entusiasmado, como sempre, especialmente quando tem companhia, entra pela porta adentro com a vivacidade de um jovem de 20 anos. Vem de papilhon, como não poderia deixar de ser, e transborda entusiasmo: no seu discurso, na maneira como fala, na postura. É Médico, investigador, comunicador, simpático e atencioso. Os cartazes e livros que enchem o seu gabinete contam a sua história: 50 anos a ser o rosto da luta contra as doenças do coração e a voz do combate ao tabagismo.
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Uma criança encosta o nariz ao vidro de uma prateleira de carros. O pai, ao lado, está parado e sorri. Um sorriso para dentro como são todos os verdadeiros sorrisos. Terá tido um carrinho igual? Talvez o único brinquedo que já teve. Não seria o primeiro. Pelo Museu do Brinquedo de Sintra passam visitantes que se comovem com os brinquedos expostos. Os mais simples.
Contam depois a João Arbués Moreira que aquele foi o único brinquedo que tiveram. O dono do museu, presidente da Fundação, faz lembrar o Principezinho. Capaz de se contentar com a caixa de cartão que guardava a ovelha. Capaz de maravilhar todos os que visitam o museu com mais uma das histórias que vai juntando no baú desde da década de 30.
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