Política: \"Sócrates ataca tudo e todos, o que é sinal de fim de ciclo\" - Luís Filipe Menezes          I          Sócrates rejeita \"lições de esquerda\" e diz que nenhum Governo deixou tantas marcas nas políticas sociais          I          Marrocos: Seis imigrantes expulsos de Portugal continuam detidos, ONG´s vão concentrar-se junto à prisão          I          Automobilismo: Monte Carlo - Loeb soma 37ª vitória no Mundial de ralis          I          Grande Porto: Universidade reúne 100 figuras para repensar desenvolvimento da região          I          Política: \"Sócrates ataca tudo e todos, o que é sinal de fim de ciclo\" - Luís Filipe Menezes          I          Sócrates rejeita \"lições de esquerda\" e diz que nenhum Governo deixou tantas marcas nas políticas sociais          I          Marrocos: Seis imigrantes expulsos de Portugal continuam detidos, ONG´s vão concentrar-se junto à prisão          I          Automobilismo: Monte Carlo - Loeb soma 37ª vitória no Mundial de ralis          I          Grande Porto: Universidade reúne 100 figuras para repensar desenvolvimento da região          I         

Gonçalo Tocha  Enviar por email Imprimir

Marisa Alexandra Batista

Nasceu em Lisboa e tem 28 anos. É licenciado em Língua e Cultura Portuguesa pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Fez programação de cinema entre 1999 e 2005. Define-se como realizador e músico.

Foi a grande revelação do IndieLisboa2007. A sua primeira longa-metragem Balaou arrecadou os dois principais prémios para obras Portuguesas (melhor longa-metragem Portuguesa e melhor fotografia). Filmou por necessidade. Precisava de fazer a viagem que a mãe queria fazer antes de morrer. Foi para São Miguel (Açores). Reencontrou a família e o mar (que a mãe tanto falava nos últimos dias de vida). Encontrou um casal francês que todos os anos cruzava o Atlântico, num barco à vela. O nome do barco era Balaou. A tactear pela vida, aceitou o convite do casal e partiu à aventura.

No festival recebeu os dois prémios de forma descontraída, apesar de não ter tido, na altura, a percepção exacta do que estava a acontecer. Não estava à espera que Balaou fizesse parte do palmarés. O discurso e a sua postura (perdida) no “palco” deixaram transparecer isso mesmo. Na altura, disse que não ia fazer mais nenhum filme. Semanas mais tarde foi entrevistado pelo Público. A conversa foi ligeiramente diferente. “Fiz este filme, se calhar vou fazer outros, se calhar não. Se calhar vou editar outro disco, se calhar não. Quero que tudo seja possível… ainda”, disse.


Artigos relacionados: