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In the Land of Women  Enviar por email Imprimir

Isabel Condeça

Jonathan Kasdan, filho do realizador Lawrence Kasdan, concretizou a sua primeira experiência como realizador com “In the land of women”. Este filme é o regresso de Meg Ryan às comédias românticas, é o primeiro de Adam Brody como protagonista, é mais um onde Olympia Dukakis nos maravilha com a sua representação e é uma história sobre amizade e força.
 

Este filme é rotulado como uma comédia romântica. Mas não é a comédia que faz dele um bom filme, até porque é um elemento pouco presente. Aquilo que o torna especial é a história que conta, é a força que transmite.Carter Wembb (Adam Brody) é escritor e namora com uma estrela de cinema. Mas ela termina subitamente o namoro, deixando o rapaz de rastos. Depois de algumas horas, ele decide ir procurar o seu rumo no Michigan, cuidando da sua avó que ameaça estar a morrer. Olympia Dukakis é a avó, e a falta de sanidade que já demonstra dão alguns dos melhores momentos de comédia do filme.

Nos momentos em que não está em casa a cuidar da avó ou a escrever, Carter arranjou companhia na casa em frente à da avó. Sarah (Meg Ryan) e as suas filhas Lucy (Kristen Stewart) e Paige (Mackenzie Veja) são de uma família que está a passar uma crise, e este rapaz vem encantá-las e ajudar cada uma delas a ultrapassar o momento.

Lucy é jovem e vê em Carter um amigo, um confidente, alguém a quem dá ouvidos e que lhe ensina muito sobre maturidade. Mas não é por ela que Carter se apaixona, mas sim pela sua mãe, Sarah, uma mulher madura e com uma personalidade incrível escondida por detrás da mãe de família, da mulher de família e mais recentemente da mulher doente.

No fundo, são as dificuldades da vida que juntam estas personagens e que as fazem encantar-se umas pelas outras e aprender uma verdadeira lição de força e coragem. Carter ultrapassa os seus traumas do passado e ajuda aquelas mulheres a expor mais facilmente os seus sentimentos e a perceberem a importância da união.

Um filme ternurento, envolvente e com uma mensagem de esperança e de coragem, um óptimo começo para Jonathan Kasdan


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